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Clínica Médica e Cirúrgica de Animais Silvestres;
Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais;
Odontologia Veterinária;
Ortopedia Veterinária;
Cirurgias de Alta Complexidade;
Perícias (judiciais e particulares):
Medicina veterinária preventiva (Imunizações, desverminações e Check-ups)
Internamentos
Monitoração cardíaca e respiratória anestesia e intensivista;
Laboratório Clínico;
Exportação de cães e gatos;
Autorizações de trânsito
Implantação de microchip:
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Anestesiologia e Monitoração cardíaca e respiratória anestesia e intensivista;
Tranquilizar, sedar ou anestesiar um paciente sempre deixa o proprietário apreensivo, pois todos nós temos um conhecido ou parente cujo cão ou gato morreu durante um procedimento anestésico. É sabido que a anestesia realmente pode incorrer em risco para o paciente, mas não significa necessariamente que ele realmente vai ter problemas.
Para avaliar o risco anestésico, foram desenvolvidos escalas para classificar o paciente, uma delas é a tabela ASA que vai de ASA I para pacientes hígidos, saudáveis para procedimentos eletivos até a ASA IV para pacientes com risco eminente de morte, doenças pré-existentes e cirurgias complexas. Para auxiliar nesta classificação, são recomendados exames pré-operatórios, assim como na medicina humana.
Exames como hemograma nos dão informações valiosas sobre o estado nutricional do paciente, capacidade de coagulação, infecções correntes não detectadas clinicamente. Já os exames bioquímicos nos fornecem a possibilidade de avaliar a função de órgãos como o fígado, rins, pâncreas, glândulas, etc..
Alguns pacientes com presença de neoplasias necessitam de ecografias exploratórias afim de detectar metástases em órgãos internos.
A radiografia torácica nos permite avaliar a silueta cardíaca e pulmonar, podendo mostrar indícios de aumento de coração ou insuficiência respiratória. A eletrocardiografia pode ser requisitada para os pacientes com presença de arritmias cardíacas importantes, já detectadas na avaliação clínica durante as consultas.
Ao combinar os resultados destes testes e exames podemos além de classificar o risco anestésico do paciente, auxiliar na escolha do protocolo anestésico e nos salvaguardar para as intercorrências, podendo prevê-las e até mesmo revertê-las.
Com o avanço da anestesiologia, tanto no campo da anestesia injetável, que hoje proporciona fármacos mais seguros, quanto na anestesia inalatória, tida como a mais segura das anestesias, vários protocolos foram desenvolvidos. Além da melhoria dos produtos, o cuidado com a monitoração do paciente durante os procedimentos anestésicos foi intensificada, vários equipamentos utilizados em centros cirúrgicos humanos foram trazidos para a clínica veterinária, com isto é possível saber exatamente o que está acontecendo com a função cardíaca e respiratória do paciente em tempo real.
Outra técnica introduzida em praticamentos todos os procedimentos cirúrgicos é o bloqueio reginal, que nada mais é do que a infiltração de analgéico local em pontos específicos no trajeto de nervos que atendem os sítios da cirurgia. Para tornar a explicação mais fácil de entender é a velha conhecida anestesia epidural ou "raquidiana". Procedimentos similares podem ser feitos para cirurgias como castrações, cesareanas, procedimentos odontológicos e em biopsias. O uso de bloqueios regionais são muito benéficos, pois possibilitam a redução da quantidade de anestésicos gerais, aumentam a segurança do procedimento anestésico, ajudam na analgesia desde o trans operatório quanto no pós operatório imediato.
Dentre nossos pacientes anestesiados a grande maioria já ultrapassou a casa dos 10 anos, com alguns com 18 e até 22 anos, sendo anestesiados para cirurgias ou tratamentos periodontais com mais de 4 horas de duração sem haver intercorrências ou óbitos.
Mas e quando o inesperado acontece? Nossa equipe está capacitada para realizar manobras de ressucitação e caso haja necessidade além do treinamento, temos a disposição fármacos adequados para cada situação. Há casos onde o paciente chega chocado, já inconsciente, normalmente vítimas de atropelamentos, ataques de outros cães, quedas de janelas e até envenenamentos (acidentais ou criminosos), para esta situações seguimos regirosamente o que os novos conceitos em atendimento emergencial preconiza. A estas técnicas chamamos de intensivismo, que é a medicina de emergência onde a prioridade é manter as funções vitais funcionando para a manutenção da vida. Com as técnicas e equpamentos adequados podem ser a diferença entre a vida e a morte de um paciente.
Outro ponto que pode passar sem o devido cuidado é o controle da dor, afinal nossos pacientes não falam se estão com dor e que intensidade de dor ele esta sentindo naquele momento. Desta forma a dor é muitas vezes negligenciada por parte de médicos veterinários e de proprietários. Se pararmos para imaginar o quanto é lancinante a dor de um dente que precisa de tratamento, uma fratura, uma torção de tornozelo, cólica intestinal, dor de neurites no nervo ciático ou mesmo uma ferida inflamada. Agora façamos o transporte para a realidade de nossos pacientes, que chegam com fraturas muitas vezes expostas, em trabalho de parto com distocia, no pós operatório, com um dente fraturado e uma dor de cabeça tão comum no nosso dia a dia, mas será que cães e gatos não sentem estes tipos de dor?
É comovente saber que cães e gatos muitas vezes sofrem calados, mostrando apenas sinais que nós técnicos treinados podemos interpretar como dor e medicá-los conforme a necessidade de cada situação. Para tal dispomos de medicamentos de várias classes e níveis de analgesia da simples dipirona até o Cloridrato de Fentanila 100 vezes mais potente que a morfina.
Na Alles Blau, nós efetivamente cuidamos de itens que para outros podem ser apenas detalhes, mas para nós são fundamentais e de uso rotineiro. Analgesia é imprescindível é inadimissível submeter pacientes a dor desnecessário!!!
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